Concurso Auditor Fiscal do Trabalho 2018/2019: O edital vai sair?

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As pessoas que acompanham o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) já estão informados sobre a sua falta de auditor fiscal do trabalho. Os servidores nessa função estão escassos e é por causa disso que o ministério tende a anunciar que fará um concurso para 2018 ou 2019.

Mesmo que a carência mais importante no momento seja a de auditor fiscal do trabalho, há a probabilidade de o órgão aproveitar para contratar outros servidores ou pelo menos criar o seu cadastro reserva para que essa falta de servidores não ocorra de novo.

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Concurso Auditor Fiscal do Trabalho 2018/2019: vagas

O MTE, consciente de que é fundamental nova contratação de auditores fiscais, tem uma parte da verba anual destinada para o concurso. Teoricamente, o órgão precisa que o Ministério do Planejamento permita mais de 1.000 vagas. Provavelmente, uma das causas para que o Ministério do Trabalho estivesse com poucos auditores é o concurso de 2013: mesmo com a atuação nacional do MTE, apenas 100 vagas foram permitidas.

Concurso Auditor Fiscal do Trabalho 2018/2019: previsão

O sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho também está colaborando para que o Ministério Do Planejamento realmente permita o edital e, preferencialmente, com esse montante de vagas. Já existem também matérias jornalísticas declarando que a previdência social também está sendo afetada e todo esse quadro pode pressionar a permissão desse concurso.

A esperança a respeito do MTE é que haja confirmação disso até o final do ano, ainda que o edital em si apenas seja publicado em 2019. Realmente, existe muita possibilidade de o Ministério do Planejamento permitir mesmo o certame e, com isso, é recomendado que os concurseiros já estejam a par do último edital e do que pode ser colocado nos conteúdos.

Remuneração

Os vencimentos para os auditores fiscais do trabalho não são baixos: aliás, ocorreu a regulamentação referente a um adicional de R$ 2.000,00, chamado de adicional de fronteiras. Pensando na totalidade de benefícios desses servidores, espera-se que os fiscais que estão em exercício comecem a ter até R$ 28.000,00 como remuneração e que isso também seja pago a quem for empossado nos próximos certames.

Cabe destacar que essa é a remuneração final que os auditores fiscais podem ter e que a inicial é um pouco mais baixa, ainda que seja um ótimo valor: R$ 20.000,00.

Requisitos

O Ministério do Trabalho e Emprego ainda definirá a escolaridade, mas é provável que sejam permitidos qualquer curso de graduação. Entretanto, as pessoas que se inscreverem precisarão ter base suficiente na parte econômica e na parte legislativa, ou seja, o conteúdo programático terá de ser compreendido em nível elevado.

Os concurseiros que querem ser auditores fiscais do trabalho não podem ter antecedentes criminais, na maior parte dos editais. Além disso, a carteira de reservista será fundamental para os candidatos homens e recomenda-se que os que estão sem ela dirijam-se até a Junta Militar e peçam o documento.

Os diplomas que esses concurseiros mostrarem deverão ter o registro do Ministério da Educação (MEC) e será requisitado a todos a Certidão de Quitação Eleitoral. Na realidade, a primeira opção para se comprovar que o título de eleitor está regularizado é ter os comprovantes das últimas eleições, mas é difícil que os cidadãos os guardem. Por isso, os concursos públicos tendem a aceitar a certidão..

Banca organizadora

Ainda haverá alguns meses, provavelmente, para que o MTE confirme que haverá o concurso. Depois da confirmação, ele precisará realizar a licitação e, até essa etapa, não se pode mencionar uma organizadora.

Existem muitas pessoas que apostam na CESPE como a banca do certame para 2018 ou 2019. O motivo é que essa empresa foi a selecionada para tratar do último edital do Ministério do Trabalho e Emprego e também porque muitos dos concursos mais relevantes costumam ficar com essa banca.

Se ela for mesmo determinada como a organizadora, alguns pontos estruturais das suas provas precisam ser conhecidos, como a sua preferência pela letra de lei. O significado disso é que os concurseiros do Ministério do Trabalho e Emprego precisarão entender da escrita de diferentes leis e saber quando algum enunciado está, intencionalmente, mudando algum sentido.

Uma coisa que deixa as provas da CESPE completamente diferentes das outras bancas é que ela só usa CERTO ou ERRADO como alternativas. Imediatamente, alguns dos concurseiros podem acreditar que isso seja uma vantagem, já que não haverá tantas alternativas que poderiam causar confusão. Porém, o candidato logo nota que é uma desvantagem ter apenas CERTO ou ERRADO porque isso não permitir que ele exclua as que aparentarem inadequação.

Mais um fator que torna a CESPE diferenciada é que ela elimina um acerto do concurseiro se ele errar uma pergunta. Desse modo, é inibido o comodismo de acreditar que acertar 50% será uma garantia: na verdade, as provas que são feitas por essa organizadora trazem alta probabilidade de o saldo de acertos ser negativo.

Por isso, a política mais adequada para os concurseiros é evitar errar. É lógico que todos os que participam de certames públicos não querem errar porque sabem que existe muita concorrência, mas isso é ainda mais imprescindível se a organizadora for a CESPE.

Os candidatos também devem desenvolver mais sua capacidade leitora: eventualmente, o enunciado dessa organizadora tem certas orientações que os ajudarão a saber se devem assinalar CERTO ou ERRADO.

O que cai na prova?

No edital de 2010, os candidatos a auditores tiveram questões de Gestão de Projetos, Economia do Trabalho, Conhecimentos Básicos e mais. Há muitas chances de o certame de 2018 ou 2019 ter os conteúdos parecidos com a última prova.

Atribuições do cargo

Eles acompanham as empresas para assegurar que os direitos trabalhistas, como respeito a boas condições e pagamento de FGTS, estão sendo utilizados.

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